quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Armond White. Negro, gay, conservador, provocador. Concordamos aí com 4% do que escreve, mas é o único critico de cinema norte-americano que lemos com interesse.

Huppert portrays Nathalie Chazeaux, a philosophy professor outpaced by the new generation of Millennial student activists. Recalling her own college Communist years, she is bored by the cycle of youthful political passions. “I’m too old for radicality. I’ve been there,” she says, sighing at the regurgitations of anarchy, Communism, Stalinism, Woody Guthrie songs, and Frankfurt School homilies. This repetition is as infuriating as Damien Chazelle’s banal copycatting in La La Land. daqui

E ele até gostou razoavelmente do filme. Faltou a convocação da Rosa Luxemburgo e dos operários da Lisnave.


ps: temos tanta vontade em ver o filme do Chazelle como de fazer uma viagem nocturna por uma das matas de Sintra num dia chuvoso e friorento.